O Governo australiano anunciou, esta quarta-feira, a imposição de
sanções contra mais aliados do Presidente russo, Vladimir Putin,
reafirmando o seu "apoio claro e inequívoco à integridade territorial e
soberania da Ucrânia".
As sanções financeiras e proibições de viagem foram estendidas a 38 russos e ucranianos e 11 entidades. Um total de 50 pessoas está agora abrangido pelas sanções, escreve a agência AFP.
O Governo de Camberra anunciou, em março, a imposição de sanções financeiras e a proibição de viagem a um número não divulgado de pessoas de nacionalidade russa e ucraniana, que alegadamente terão contribuído para a anexação russa da Península da Crimeia.
"Continuo profundamente preocupada com a escalada de acontecimentos no leste da Ucrânia, que resultaram na trágica perda de vidas", disse, esta quarta-feira, em comunicado, a ministra dos Negócios Estrangeiros australiana, Julie Bishop.
"A Austrália permanece unida com o povo ucraniano nesta questão e insta a Rússia a mudar de postura. A deliberada destabilização na Ucrânia tem de acabar", prosseguiu.
"É do interesse nacional da Austrália ter uma Ucrânia democrática capaz de determinar o seu próprio futuro, e proteger uma ordem internacional baseada em regras", concluiu.
[jn.pt]
21/5/14
As sanções financeiras e proibições de viagem foram estendidas a 38 russos e ucranianos e 11 entidades. Um total de 50 pessoas está agora abrangido pelas sanções, escreve a agência AFP.
O Governo de Camberra anunciou, em março, a imposição de sanções financeiras e a proibição de viagem a um número não divulgado de pessoas de nacionalidade russa e ucraniana, que alegadamente terão contribuído para a anexação russa da Península da Crimeia.
"Continuo profundamente preocupada com a escalada de acontecimentos no leste da Ucrânia, que resultaram na trágica perda de vidas", disse, esta quarta-feira, em comunicado, a ministra dos Negócios Estrangeiros australiana, Julie Bishop.
"A Austrália permanece unida com o povo ucraniano nesta questão e insta a Rússia a mudar de postura. A deliberada destabilização na Ucrânia tem de acabar", prosseguiu.
- As novas sanções, que se somam às impostas à Rússia pelos Estados Unidos e União Europeia, surgem numa altura em que Moscovo disse que iria retirar as suas forças da fronteira com a Ucrânia, antes das eleições presidenciais.
- Bishop instou o Governo russo a "cumprir com as suas obrigações internacionais" e a preservar a paz internacional e a segurança.
"É do interesse nacional da Austrália ter uma Ucrânia democrática capaz de determinar o seu próprio futuro, e proteger uma ordem internacional baseada em regras", concluiu.
[jn.pt]
21/5/14

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